No campo, o caixa segue o calendário da safra
O produtor rural investe meses antes de colher: sementes, fertilizantes, defensivos, combustível, mão de obra e manutenção de máquinas. A receita só chega depois da colheita e da comercialização — e, muitas vezes, em parcelas. Entre uma safra e outra, o caixa aperta. E o mesmo acontece com revendas de insumos e agroindústrias, que vendem a prazo para o produtor e esperam a safra para receber.
Instrumentos de crédito feitos para o agro
O agronegócio tem títulos próprios, criados justamente para o seu ciclo. O mais conhecido é a CPR (Cédula de Produto Rural): com ela, o produtor recebe recursos hoje com o compromisso de entregar produto (CPR física) ou pagar em dinheiro (CPR financeira) no futuro. A CPR pode ser negociada no mercado e serve de base para operações com fundos e securitizadoras.
Além da CPR, recebíveis de vendas para cooperativas, tradings e indústrias também podem ser antecipados, assim como as duplicatas de revendas de insumos.
Soluções da Four para o agronegócio
- Captação via títulos do agro: estruturação de operações com CPR e outros títulos para custeio e investimento.
- Antecipação de recebíveis do agro: vendas a prazo para cooperativas, tradings, indústrias e produtores viram caixa imediato.
- Home equity: de R$ 100 mil a R$ 25 milhões usando imóvel como garantia, a partir de 1,19% ao mês + IPCA. Simule aqui.
Para quem é
- Produtores rurais (pessoa física com atividade rural ou pessoa jurídica)
- Cooperativas e associações de produtores
- Revendas de insumos, máquinas e implementos
- Agroindústrias, cerealistas e armazéns
Prazo certo é tudo: no agro, uma linha com vencimento antes da colheita pode criar mais problema do que resolve. Por isso a Four estrutura as operações respeitando o ciclo da sua cultura.
Dúvidas com os termos? Veja o nosso glossário do crédito.
